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18.JUL

AS REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS E A INDÚSTRIA HOJE
 

A Primeira Revolução Industrial reconhecida ocorreu durante a segunda metade do século XVIII, começando na Inglaterra. O maior símbolo desta revolução é a transição das energias hidráulica e movida a tração animal para a energia a vapor, extraída do carvão vegetal, como principal fonte energética. Além da introdução de máquinas para a realização de processos até então artesanais ou manuais. Esta atualização da fonte energética e das máquinas permitiu a diversificação dos bens e serviços produzidos pelas industrias.

A Segunda Revolução Industrial aconteceu durante o fim do século XIX, cerca de um século após a primeira revolução e tem como símbolo a substituição da energia a vapor pelo petróleo e pela eletricidade como fontes energéticas e pela chegada da linha de montagem, favorecendo a produção em massa. Essas novas fontes energéticas propiciaram às empresas um potencial muito superior, expandindo de forma considerável a sua capacidade produtiva. Ainda no fim do século XX outra fonte energética surgiu, a energia nuclear, entretanto, por seu grande poder de destruição, como comprovado pelos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, este tipo de energia teve o uso restringido, não dando origem a uma nova revolução.

A Terceira Revolução Industrial começou na segunda metade do século XX e foi formada pelas tecnologias voltadas à busca, geração, processamento e transmissão de informações e pela engenharia genética. Esta revolução tem como característica o uso crescente dos computadores, sendo conhecida também como Revolução Digital ou do computador e é associada a globalização. Incluindo o surgimento das áreas de livre comércio e dos blocos econômicos integrados, como a União Europeia e o Mercosul, criando assim uma ligação e dependência dos mercados físicos e financeiros em um nível mundial.

Estamos passando pela Quarta Revolução Industrial, ou a chamada Indústria 4.0 que é uma evolução dos sistemas produtivos industriais motivado, principalmente, pelo avanço da capacidade dos computadores, a integração das tecnologias físicas e digitais e as novas estratégias de inovação e pesquisas no mercado. Este conceito começou a ser apresentado em 2011 no maior evento do mundo industrial, a Feira de Hannover, a tecnologia base da Indústria 4.0 é a Internet das Coisas( IoT – Internet of Things) e o conceito Máquina para Máquina ( M2M – Machine to Machine).

A Internet das Coisas é a conectividade lógica entre todos os dispositivos relacionados ao ambiente produtivo da indústria em um banco de dados online em que estes dados fiquem gravados e possam ser analisados automaticamente. Já o conceito de Máquina para Máquina é a conexão entre as células de produção e a possibilidade de troca de informações entre si de forma independente, tomando decisões de segurança, custo e produção através da inteligência artificial complementada pela internet das coisas.

O impacto esperado na produtividade industrial será de igual valor ao que foi proporcionado em outras áreas, como a venda online, as comunicações interpessoais e nas transações bancárias. Gerando assim, um grande aumento da eficiência na demanda de produção, pois com a IoT é possível monitorar todo o processo, conseguindo assim, identificar problemas rapidamente, reduzir gargalos, alocar as máquinas de forma eficiente e até mesmo aumentar a eficiência no uso de todos os recursos, como a energia elétrica.

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